TELECOM

Eutelsat fica com posição orbital da Hughes e vai oferecer banda larga

Luís Osvaldo Grossmann ... 06/03/2012 ... Convergência Digital
A francesa Eutelsat, maior operadora europeia de satélites, levou a melhor na disputa pela última posição orbital oferecida pela Anatel – em leilão que precisou ser retomado após a saída da HNS Americas (da americana Hughes) de uma das “vagas” arrematadas em agosto do ano passado.

Com as ofertas da Anatel de posições para exploração da banda Ka, o objetivo da Eutelsat é semelhante aos demais concorrentes: “Queremos oferecer banda larga para uma comunidade o mais alargada possível”, resume o diretor-gerente Joaquim Pedro Lima.

Após uma disputa com a líder mundial Intelsat, que estacionou no lance de R$ 13,3 milhões, a vencedora arrematou a posição por R$ 14, milhões – acima da proposta inicial da Eutelsat, de R$ 6,4 milhões, mas bem abaixo dos R$ 35 milhões que a Hughes “ameaçou” pagar em agosto do ano passado.

A Eutelsat estuda lançar um novo satélite para ocupar a posição 65o Oeste, a primeira “brasileira”, apesar de já atuar no país com outros satélites, especialmente em radiodifusão e transmissão de dados para clientes corporativos, inclusive órgãos públicos.

“Já temos experiência. Na Europa, operamos alta capacidade de transmissão de dados na banda Ka, com ofertas de 10 Mbps, mas que podem chegar a 40 Mbps”, explicou o diretor da subsidiária brasileira, Eloi Stivalletti, sinalizando os planos para a operação local.

Hughes

O leilão de quatro posições orbitais foi realizado pela Anatel em agosto do ano passado, quando a HNS Americas (da Hughes) e a StarOne (Embratel) dividiram a vitória. Os mexicanos, porém, reclamaram que a posição escolhida pelos americanos (68,5o O) interferiria em uma das suas (70o O).

A HNS/Hughes, no entanto, preferiu não indicar uma posição alternativa e retirou a proposta de R$ 35,2 milhões que a fizera vencedora desse lote. A decisão da Anatel foi, assim, retomar a oferta do lote com as outras quatro empresas que dele participaram – ainda que, pelos valores originalmente oferecidos, SES e Hispamar (Oi) não pudessem fazer novos lances.

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