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Economia do governo com teletrabalho bate em R$ 691 milhões

Convergência Digital* - 03/09/2020

O governo federal economizou R$ 691,9 milhões com custeio administrativo durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A redução foi proporcionada, dentre outros fatores, pelo trabalho remoto de boa parte dos servidores públicos entre abril e julho de 2020. O levantamento foi divulgado, nesta quinta-feira, 3/9, pelo Ministério da Economia, que analisou a diminuição dos gastos em cinco itens de despesa. Entre eles, estão “Diárias, Passagens e Despesas com Locomoção”, “Energia elétrica” e “Água e Esgoto”. 

“O Ministério tem observado reduções expressivas nas despesas de custeio nos últimos meses e cada real economizado em gastos administrativos pode ser investido em áreas finalísticas. Nós monitoramos essas despesas para saber onde investir na modernização dos processos”, disse o secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do ME, Cristiano Heckert. “A experiência do trabalho remoto durante a pandemia demonstrou que muitas atividades podem ser realizadas sem prejudicar o atendimento aos cidadãos”, complementou Heckert. 

Além dos itens já citados, o levantamento do Ministério levou em consideração também despesas com “Serviços de cópias e reproduções de documentos” e “Comunicação em geral”.  Desde 1º/9 entrou em vigor a Instrução Normativa nº 65, que estabelece orientações para a adoção do regime de teletrabalho nos órgãos federais. “Além de reduzir os custos da máquina pública, o teletrabalho vai contribuir para reter os talentos, gerando benefícios àqueles que participarem do programa de gestão, especialmente no que se refere à motivação e à qualidade de vida dos servidores”, afirmou o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Wagner Lenhart. 

Além de servidores efetivos, poderão participar do programa ocupantes de cargos em comissão, empregados públicos e contratados temporários. Cada órgão definirá, a partir de suas necessidades, quais atividades poderão ser desempenhadas a distância. Caberá ao dirigente máximo de cada Pasta autorizar a implementação do programa.

* Com informações do Ministério da Economia

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