NEGÓCIOS

Paulo Guedes insiste na cobrança de imposto à economia digital

Convergência Digital* ... 29/07/2020 ... Convergência Digital

Depois de uma reunião no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 27/07, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que não haverá aumento de carga de tributaria com a aprovação da reforma tributária mesmo com a criação de um novo tributo sobre operações digitais. Em agosto, o governo  planeja enviar ao Congresso, a proposta de criação de um “microimposto” digital, como está sendo chamado pela equipe de Guedes. Os cálculos iniciais apontam um potencial de arrecadação de R$ 120 bilhões ao ano, com uma alíquota de 0,2%. A ideia do governo é que o novo imposto incida sobre pagamentos ou comércio em meio eletrônico, o que pode incluir transferências e pagamentos feitos por meio de aplicativos de bancos, por exemplo.

O tema ganhou relevância porque o ministro e sua equipe já anteciparam que querem um novo imposto de base mais ampla do que a extinta CPMF, para financiar a desoneração da folha de salários (reduzir os tributos cobrados sobre os salários dos funcionários), o programa social Renda Brasil e o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF).  A CPMF foi um imposto que existiu até 2007 para cobrir gastos do governo federal com projetos de saúde – a alíquota máxima foi de 0,38% sobre cada operação.

“Não queremos aumentar os impostos. Não vão (aumentar). É redistribuição de carga”, afirmou o ministro. “Sempre houve, nos últimos 40 anos no Brasil os gastos do governo saem na frente, aprova segundo gasto, e depois aumenta os impostos, aprova mais gastos, aumenta os impostos. Nós estamos dizendo 'não, nós não vamos aumentar impostos'”, ressaltou. 

O ministro defendeu a ampliação da base em que deve incidir o novo tributo. Segundo ele, para compensar, o objetivo é reduzir as alíquotas do Imposto de Renda e reduzir “5, 6, 7, 8, 10” impostos.  “Se tiver uma base ampla onde você crie ali, sim, uma nova incidência para pessoas que não pagam, sejam pagamentos digitais, tem uma enorme economia em crescimento, uma economia digital nova surgindo”, explicou.

Segundo ainda Guedes, há segmentos novos em uma economia digital crescendo e essas empresas "às vezes nem pagam imposto nenhum". “Se a gente conseguir essa base ampla de gente que não paga imposto, que está em uma economia paralela, informal, de gente que está em uma economia criativa nova, mas que também não paga, porque é tudo digital, se nós conseguirmos essa base ampla nós conseguimos simplificar”, insistiu.


Cloud Computing
Hospital Care vai às compras e reforça transformação digital

Com foco em fusões e aquisições no setor de saúde, a holding vem obtendo inúmeros ganhos de integração e sinergia entre as empresas adquiridas e suas diferentes soluções locais, passando a atuar por meio de um Centro de Serviços Compartilhados que provê serviços corporativos a todas as unidades do grupo. Empresa aposto no SAP S/4HANA.

Cientista de dados: seja investigativo, analítico e curioso

Não há um perfil delimitado para o cientista de dados, o que significa que ele pode ser um 'profissional mais rodado e experiente' ou uim jovem recém-saído das universidades. Mas há um ponto essencial: a multidisciplinaridade, aponta o professor e especialista em ciência de dados do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), João Carlos Barbosa.

Acesso Digital recebe aporte e entra na briga pelo mercado de Telecom

Empresa, criada em 2007, trabalha com reconhecimento facial e assinatura eletrônica, recebeu um investimento de R$ 580 milhões liderado por SoftBank e General Atlantic.

iFood compra SiteMercado e avança em entregas de mercadorias

Portal reúne vendedores em 476 cidades de 24 Estados do país. Valor do negócio não foi revelado.

PMEs do Brasil estão longe da maturidade digital

Estudo indica que 51% dos pequenos negócios estão em fase inicial de digitalização, o que deixa o Brasil na 18ª posição global nesse tipo de avaliação. Levantamento projeta que até US$ 9 bilhões, ou quase R$ 50 bilhões, podem

Mercado celular despenca 30,7% no 2º trimestre

Dificuldades no abastecimento, fechamento do comércio por conta da Covid-19. Quase 800 mil aparelhos foram vendidos no mercado cinza, uma alta de 8,3% em relação ao mesmo período no ano passado, diz a IDC Brasil.



  • Copyright © 2005-2020 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G