TELECOM

TIM: consolidação do mercado não virá só pela compra dos ativos da Oi

Ana Paula Lobo ... 06/11/2019 ... Convergência Digital

A consolidação do mercado de Telecomunicações no Brasil não passa apenas pela suposta venda dos ativos da Oi, afirmaram o CEO da TIM, Pietro Labriola, e o CTIO da tele, Leonardo Capdeville, ao serem, mais uma vez, questionados sobre o interesse da TIM na aquisição da rival, em recuperação judicial.

Na teleconferência de resultados do terceiro trimestre, realizada nesta quarta-feira, 06/11, Pietro Labriola e Leonardo Capdeville disseram que há alternativas entre elas o aluguel de infraestrutura e o swap de fibra. O problema é que não é tarefa simples para as grandes compartilharem.

No final de Julho, TIM e Vivo anunciaram um acordo de compartilhamento da rede móvel 2G no Brasil, e de 3G e 4G em todas as cidades com menos de 30 mil habitantes, mas até o momento não há o acerto pronto e ele ficou prometido para os 'próximos meses'.

Na prática, resta a intenção de fazer parcerias - como a recém-anunciada pela própria Vivo com a American Tower ou alianças com as prestadoras de serviços de Internet, que estão construindo as suas infraestruturas próprias.

Sobre a Oi especificamente, o presidente da TIM Brasil repetiu o anunciado na Futurecom 2019: a tele está atenta ao que virá acontecer para saber se há valor para agregar ao plano estratégico.


Londrina quer vender Sercomtel por R$ 130 milhões

Tentativa de privatização da operadora, que tem cerca de 400 mil acessos de telefonia e internet, foi remarcada para 18/8, na B3. Prefeitura admitiu o parcelamento na aquisição para atrair interessados nessa nova tentativa.

Refarming vai trazer 5G antes do leilão da Anatel, diz Rodrigo Abreu, da Oi

Executivo adverte, porém, que é necessária uma massificação de verdade na infraestrutura ótica no País. Para Abreu, o leilão tem de acontecer em 2021. “O Brasil não pode atrasar mais”, pontuou.

STF decide que Lei estadual que proíbe fidelização é constitucional

Para a Ministra relatora Rosa Weber, a lei do Rio de Janeiro apenas veda a fidelização, sem interferir no regime de exploração ou na estrutura remuneratória da prestação dos serviços. O objetivo, segundo ela, é apenas a proteção dos usuários.

Faixa de 1,5 GHz também pode ser destinada ao 5G para uso privado

Proposta foi apresentada em reunião do Conselho Diretor da Anatel.  Mas a faixa é usada pela Força Aérea Brasileira para aplicações de telemetria. Agência sugere destinar 30 MHz para satélites, como forma de evitar interferência.

Revista do 63º Painel Telebrasil 2019
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