TELECOM

Aloo Telecom: Brasil precisa de um cadastro único de redes de fibra ótica

Ana Paula Lobo e Rafael Mariano ... 14/11/2019 ... Convergência Digital

O Brasil precisa ter um cadastro único de redes de fibra ótica para que se tenha informações disponíveis o mais atualizado possível para maximizar os investimentos. "Melhorou muito nos últimos três anos com o trabalho da Anatel, mas o crescimento das redes de fibra é bastante desorganizado por falta de dados", afirma o CEO da Aloo Telecom, Felipe Cansanção.

Atuando em quatro áreas comerciais: B2B, Governo, ISPs e operadoras para alta capacidade, a Aloo Telecom diz que baixa latência é o que mais se quer no Brasil hoje. A operadora, que possui 35 mil km de rede de fibra ótica e capacidade de operação de 2,4 TBPS, prepara expansão até 27 TBPS nos próximos cinco anos. O backbone da Aloo está presente em quase todos os estados da região Nordeste e começa avançar para a região Norte.

À CDTV, do portal Convergência Digital, durante o XII Seminário TelComp 2019, Felipe Cansanção disse que nenhuma operadora de telecomunicações pode deixar de estudar o leilão 5G. "Nunca o governo colocou tanto espectro para vender. Estamos acompanhando com muita atenção. É um leilão que vem para revolucionar e vamos ver como a Aloo Telecom poderá participar", adianta. Assista a entrevista com o CEO da Aloo Telecom, Felipe Cansanção.


Londrina quer vender Sercomtel por R$ 130 milhões

Tentativa de privatização da operadora, que tem cerca de 400 mil acessos de telefonia e internet, foi remarcada para 18/8, na B3. Prefeitura admitiu o parcelamento na aquisição para atrair interessados nessa nova tentativa.

Refarming vai trazer 5G antes do leilão da Anatel, diz Rodrigo Abreu, da Oi

Executivo adverte, porém, que é necessária uma massificação de verdade na infraestrutura ótica no País. Para Abreu, o leilão tem de acontecer em 2021. “O Brasil não pode atrasar mais”, pontuou.

STF decide que Lei estadual que proíbe fidelização é constitucional

Para a Ministra relatora Rosa Weber, a lei do Rio de Janeiro apenas veda a fidelização, sem interferir no regime de exploração ou na estrutura remuneratória da prestação dos serviços. O objetivo, segundo ela, é apenas a proteção dos usuários.

Faixa de 1,5 GHz também pode ser destinada ao 5G para uso privado

Proposta foi apresentada em reunião do Conselho Diretor da Anatel.  Mas a faixa é usada pela Força Aérea Brasileira para aplicações de telemetria. Agência sugere destinar 30 MHz para satélites, como forma de evitar interferência.

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